DE CASA NOVA!

27/08/2011

Gente querida, vocês sabem que eu adoro mudanças, né?

Pois hoje está acontecendo mais uma! A partir de agora eu tenho o meu próprio site:

www.lucielidornelles.com

Espero vocês por lá!!

Antes da pergunta título, comecemos com outra que também dá sentido ao post de hoje: quem é o único culpado por você não ser um gênio da matemática ou da tecnologia?

Você, claro.

Esses dias li um artigo, sobre persistência e disciplina, onde especialistas relatavam estudos comprovando que o que diferencia um vencedor de um… digamos, perdedor, são dez mil horas de dedicação.

Em suma, com esforço, estudo e paciência qualquer pessoa pode conseguir aquilo o que quer. Você, eu ou até os nossos amigos mais preguiçosos: todos podemos chegar lá.

Embora algumas (muitas) vezes as coisas saiam do controle – o que é também positivo, como dissertei certa vez no post Barquinho na Correnteza – acredito demais nessa ideia de que somos responsáveis pelo que nos acontece.

E muito mais do que citar aquele meu mantra sagrado (o que a mente quer, o corpo executa e o universo conspira), este texto é pra falar sobre nossas atitudes e responsabilidades para a conclusão de metas.

Passei a vida vendo gente apostando na loteria e planejando um mundo de riquezas com base na escolha de números aleatórios. Gente que senta na frente da TV e espera a felicidade bater na porta, como um vizinho que vem pedir uma xícara de açúcar. Gente que não entende porque fulano deu certo na vida, mas não estudou nem metade do que fulano estudou. Pessoas que estão sempre esperando a hora certa pra fazer alguma coisa, sem se dar conta que a vida real é imediatista e cobra um preço muito alto daqueles que cultivam a inércia.

Cada um de nós tem uma rota de viagem e um destino diferente, é verdade. Até porque “chegar lá” é fazer o melhor pra nós, o que nos tira o vazio e nos enche de realizações. Isso é sucesso.

Eu sei que é meio arriscado dizer essas coisas pra alguém que acha que já fez tudo pra atingir um objetivo específico, mas não conseguiu. O problema, vejam só que ironia, é que muitas vezes a pessoa não fez o suficiente ou, mal sabia ela, desistiu um pouco antes de alcançar o pretendido.

Agora vou dar um exemplo bem bobo e corriqueiro, só pra se ter uma ideia. Várias pessoas têm olhado pra mim e comentado, quase que para justificar um resultado que não conseguem ter:

- ah, Lu, mas você tem tanta facilidade para emagrecer!

Não, gente, não tenho. A diferença é que eu não fico dando desculpas e enganando a mim mesma. Quando me proponho a fazer algo, eu faço. Em tudo na vida. E me recuso a pegar atalhos. Conseguir o que eu quero, com esforço e merecimento, sem passar por cima de ninguém, é praticamente uma questão de honra.

Mas voltando a falar do emagrecimento, estou cansada de ver pessoas que (teoricamente) estão de regime, dizendo “ah, só esse sorvetinho não faz mal”, “ah, só esse pedaço de bolo não tem problema” “ahhh, que mal pode fazer um bombom?” E assim passam os dias piorando a situação. É tão mais fácil colocar a culpa no metabolismo, não?

Assim como em situações triviais, como uma perda de peso, as vitórias no trabalho e na vida pessoal também dependem de treino, disciplina e uma busca determinada. Se olhar todos os dias no espelho e dizer que você é azarado, não nasceu em uma família rica ou não tem talento pra nada, só serve de consolo temporário. O que faz a gente crescer são os fracassos e as superações. É ter consciência de que somos eternos ignorantes, que aprendemos até com as menores e mais simples situações.

E aqui entre nós: assumir o volante dos nossos dias, pegar o rumo que julgamos certo e arcar com as consequências boas ou más do caminho é muito melhor do que ficar sempre na carona.

Mas e aí, vai dirigir a tua vida? Ou vai inventar uma desculpa?

MIL COISAS

26/08/2011

Dias corridos, horas que passam voando, lista de things to do que aumenta a cada minuto: essa também é a minha vida, esse também é o meu clube.

Não vou reclamar, afinal sou eu quem me organizo (ou me desorganizo, vai saber) assim. Funciono muito melhor sob pressão!

E essa introdução é só pra contar que hoje, por pura praticidade, resolvi desenterrar o post Mil Coisas, usado milhares de vezes neste blog antes do advento do Twitter. É que, convenhamos, escrever em até 140 caracteres, no iPhone, de qualquer lugar, é muito mais condizente com a minha rotina.

Mas chega de papo e vamos lá!

+ AGOSTO, o mês do desgosto. Pela primeira faz sentido. Já podemos passar pra setembro, por favor? Eu sei que eu já escrevi aqui que eu fico encantada ao perceber o quanto são maravilhosos os meses que antecedem o fim do ano, mas este agosto, não sei, anda tão estranho. Parece estar passando sem leveza, sabe? Pior: não está passando. Tenho a impressão de que estou em agosto há uns 50 dias, pelo menos.

+ YOGA. Estou fazendo aulas, desde a semana passada! Comecei com uma experimental, com medo de não gostar, mas o mais engraçado é que eu adorei! O único problema é que os anos de sedentarismo estão se mostrando bem presentes nesses primeiros dias… cada vez que preciso me esticar ou fazer aquelas poses bizarras, meu corpo faz creck, crack ou crock. Não, não estou enferrujada. Só um pouquinho, digamos, crocante! Falando sério, prestar atenção na minha respiração e relaxar por uma hora a cada aula têm sido de grande valia para desacelerar a minha mente. Tinha tentado isso com o Pilates, mas morri de tédio.

+ ACADEMIA. Falando em fim do sedentarismo, ando muito disciplinada quando o assunto é exercício físico. As aulas de spinning são as que eu mais gosto! Deixa meu humor nas alturas, faz eu liberar um monte de endorfina e sinto mais rapidamente os resultados. Até a minha massagista, diga-se, já comentou como o meu corpo está mais definido – pernas e abdômen, principalmente. Mas o que mais têm me agradado é aquela velha história: estou dormindo melhor e o meu fôlego melhorou muito! Confesso que ainda existem algumas contradições, como por exemplo: quando a aula de spinning começa, eu penso: – nossa, vou morrer. Quando termina, eu me pergunto: – mas jáá? E assim vou indo, meio no automático, pra não desistir.

+ INGLÊS. Já contei que estou fazendo aulas particulares de Business English? Empolgadíssima, inclusive! Estudar inglês focado na linguagem de negócios era o que faltava pra eu deixar de protelar a imersão nesse universo.

+ EMAGRECIMENTO. Estou cheia de receitinhas novas (e lights) pra publicar aqui. Não tenho muito tempo pra fazer isso durante a semana, mas assim que der vou me redimir. Também tenho pensado numa lista nova de truques que são sensacionais pra não perder o controle na hora de reeducar a alimentação.

+ LAW & ORDER SVU, algum de vocês também ama? Nunca tive um plano B, mas depois que comecei a assistir a série (e se eu morasse em Nova York, lógico) teria: ser detetive. A adoração teve início apenas no ano passado, já que eu sempre evitei ficar presa a séries. Até agora, pra se ter uma ideia, eu só tinha acompanhado Lost e Dexter. São tantas coisas pra ler e fazer nesta vida, né? Ficar fissurada, esperando todos os episódios nunca me encantou. E agora, vejam só, ando bem desanimada… segundo me contou um amigo, a dupla Olivia & Elliott  não vai existir no próximo ano do SVU. Um parêntese: viram que absurdo esse meu comentário? Também não tenho tempo e nem paciência pra ficar desanimada com pessoas que só existem na ficção, oras! Continuando, parece que a Mariska Hargitay segue na série, mas como tenente. O casal central vai ser outro, já que o Christopher Meloni pediu demissão.

+ LOJAS VIRTUAIS, quem não gosta? Sempre adorei, mas devo reconhecer que ando passando dos limites. Gente do céu, é muita promoção, muitas coisas baratas pra comprar! Deixo de ir no shopping, pra não gastar, mas quando menos espero lá estou eu adicionando produtos no meu carrinho de compras online. O relógio que tem embaixo das promoções, avisando quantas horas falta para a oferta terminar, é superestratégico, né? Nunca posso deixar pra comprar depois… vai que o tal produto ou serviço acaba? E a facilidade de receber tudo em casa e não precisar andar que nem dondoca cheia de sacolas, então? Ah, o fascinante (leia-se: perigoso) mundo do consumismo…

+ BAZAR. E já que o assunto é compras, estou pensando em fazer um bazar aqui no blog com os meus vestidos! Acham uma boa ideia? Na verdade, não preciso necessariamente limitar a venda aos vestidos, mas pensei neles porque todos são bem novos. Aqueles que a gente usa uma ou duas vezes no máximo. Todos lindos, sem nenhum defeito, mas guardadinhos enfeitando (?) a parte interna do meu guarda-roupa.

É isso, people. Em breve voltamos com a programação normal.

Besos!

P.S.: prometo responder amanhã os comentários pendentes.

Repitam comigo: este blog não tem uma linha editorial definida.

Hoje vou compartilhar com vocês três coisas que, pra mim, são indispensáveis.

Vamos lá!

OS MILAGRES DO BEPANTOL

Pois é, caras leitoras, esses produtinhos tão baratos – que a gente encontra em qualquer farmácia – podem fazer toda a diferença no nosso visual.

A pomada Bepantol (recomendada para assaduras de crianças e também usada na cicatrização de tatoos) é maravilhosa para minimizar e tirar aquelas rachaduras da boca, sabe? Na minha opinião, mil vezes melhor do que os cremes para esfoliação que deixam os lábios muito sensíveis e às vezes avermelhados. Vocês podem retocar a pomada usando a ponta dos dedos mesmo – como se fosse um batom, ao longo do dia – mas eu, como morro de preguiça dessas coisas, passo apenas antes de dormir… e o resultado também é perfeito! Aqui onde moro é muito seco e tento fazer esse procedimento todas as noites para tirar o aspecto ressecado.

Já o Bepantol líquido, mesmo antes dessa minha descoberta de beleza, está sempre na gaveta de casa. Explico: eu tenho uma doença crônica, chamada dermatite de contato, que nada mais é do que a alergia ao metal. Sim, bem terrível! Basta usar algum anel ou brinco, que não seja joia, pra minha pele ficar em frangalhos! Maaas, quando faço isso, no dia seguinte uso o Bepantol para cicatrizar a pele.

Mas aqui neste post o foco é outro: vou falar dos benefícios desse produto para os cabelos!

Incrivelmente o tal poder regenerativo também ajuda muito na restauração/hidratação do cabelo. Nossas mães e avós cresceram fazendo receitinhas caseiras, por que não seguir seus exemplos e fazer também?

Nota da autora: essa dica é pra eu me redimir das últimas indicações de produtos profissionais (com preços um tanto salgados – mas com um super custo benefício, vale lembrar!).

A RECEITA

Anotem aí o que vocês vão precisar: um potinho de Bepantol, uma tesoura sem ponta (brincadeirinha), açúcar – algumas pessoas dizem que o mascavo ou o cristal são melhores, mas pode ser o que usamos no dia-a-dia mesmo – e a máscara capilar da sua preferência.

Sério, pensem numa coisa barata e eficiente! O cabelo fica macio, brilhoso, coisa mais linda.

É só misturar uma tampa de Bepantol líquido com duas colheres rasas de açúcar e a quantidade que vocês precisam para passar do meio do cabelo aos fios (evitem o couro cabeludo). Na hora do banho, depois de lavar o cabelo com shampoo, passem a mistura, massageando mecha por mecha, e prendam todos os fios pra cima. Se não tiverem uma touca térmica, usem uma touca normal e passem um secador pelo lado de fora para dar uma aquecida e potencializar a hidratação. Deixem agir por no mínimo vinte minutos e pronto: só enxaguar bem e curtir o resultado!

Assim como as máscaras profissionais que usamos, o recomendável é que esse tratamento seja feito uma vez por semana, ok? Tudo pra não deixar os fios pesados demais.

UNHAS

Quem me conhece, sabe que eu amo e venero os esmaltes da Arezzo. Mas agora, tcharan, a Via Uno seguiu a mesma moda de esmaltes em loja de sapatos e lançou uma linha de esmaltes lindos de viver (corre lá porque a coleção é limitada!). Cada vidrinho custa só R$9,90. Além das cores maravilhosas, senti que eles são muito mais duradouros do que os esmaltes “comuns”. Como sou dona de casa, minhas unhas sempre começam a descascar no terceiro dia… mas com a Via Uno elas estão durando até o quinto ou sexto dia. Tem coisa melhor?

O rosa Pink Disco e o vermelho tomate Fever Orange (meu preferido, já que sou órfã do Havana, da Risqué, alguém lembra?) fizeram um grande sucesso quando usei. O amarelo Sweet Vanilla estou esperando pra usar com uma roupa dourada em uma formatura que vou ir. Tirarei fotos pra mostrar pra vocês como ficou, claro.

Experimentem e depois me contem o que acharam!!!

Beijos!

O FUTURO É AGORA

19/08/2011

PRÓLOGO

No ano passado eu escrevi um texto falando sobre a minha entrada oficial na televisão (como estagiária). Não leu? Então clica aqui! Hoje, vou aproveitar que é o Dia do Estagiário, para dissertar sobre esse período tão enriquecedor da minha vida.

A data é só um pretexto (não sou muito fã de efemérides), o que mais me motivou a falar novamente dessa época foi uma conversa que tive com outros amigos jornalistas.

Ah, e também porque mais de uma jovem, alunas da UCPEL – onde eu me formei e estudei por quatro felizes anos – vieram me dizer que passaram a acompanhar a minha vida virtual depois que professores e funcionários da Universidade falaram sobre mim e sobre a minha trajetória. Aliás, obrigada pessoal! Sou muito grata por tudo o que vivi e aprendi com vocês de 2002 a 2005.

Bom, comecemos este texto pela pergunta que não quer calar…

O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM OS ASPIRANTES A JORNALISTAS?

Gente, sério, se vocês não gostam de ler – ler muito, o tempo todo – vocês não nasceram para fazer jornalismo. Se vocês estão buscando glamour e fama, não, vocês também não nasceram para fazer jornalismo. Se vocês não gostam da ideia de ter uma vida instável, adivinhem? Vocês, definitivamente, não nasceram para fazer jornalismo.

Há muito batente e estudo por trás de tudo o que pode parecer bonito pra quem vê de fora. Há fins de semana sem folga, feriados longe de entes queridos, longas esperas… e há que se gostar muito da profissão pra vivenciar tudo isso sem se importar!

Esses dias, cabe dizer, ouvi um jovem estagiário reclamar do salário que ganha na empresa que trabalha.

Fiquei pasma. Este não é o momento para se preocupar com dinheiro! É o momento de absorver tudo o que está ao redor de vocês: perguntar muito, tirar todas as dúvidas, errar, aprender, crescer. E ter a consciência de que só o fato de se fazer um estágio já é um grande passo. E deve ser visto como um privilégio.

O meu primeiro estágio de jornalismo (fotos acima), aos 18 anos,  foi voluntário. Fiquei mais ou menos um ano e meio trabalhando de graça, de segunda a sábado. Além da reportagem e edição, eu e o diretor da revista eletrônica, apresentado por mim e pela Sabri, fazíamos o fechamento do programa.

Cansei? Dormi pouco? Deixei de ir em festas com os amigos? Ouvi familiares dizendo que eu era muito nova para tantas atividades? Sim, sim, sim, sim. Mas acumulei uma bagagem que trago comigo até hoje. Melhor: depois de formada, fui imediatamente contratada por uma empresa de renome.

Pensem longe, queridos, e aproveitem essa fase com seriedade e responsabilidade. Vai parecer clichê, mas o futuro de vocês, SÓ DEPENDE DE VOCÊS.

Boa sorte!

Quem não conhece alguém, filho ou filha de pais separados, que nutre o maior rancor pelo pai que não foi tão presente na sua vida?

Bom, eu conheço várias pessoas. E sempre tento fazê-las enxergar essa situação de uma maneira menos amarga. Como tudo na vida: o desafio é grande, claro, mas tentar ver o lado bom do que nos acontece facilita tudo.

Também conheço muita gente que implica com a nova namorada do pai e/ou não entende como me dou tão bem com a esposa do meu (tanto que a chamo de boadrasta). Na verdade, quem não entende sou eu. Que egoísmo infantil é esse, minha gente? Somos todos adultos! Tudo o que queremos não é ver a pessoa que a gente gosta feliz? Pois então.

E por que mesmo estou contando isso? Porque meus pais se separaram quando eu tinha apenas quatro anos. Fui criada somente pela mãe, que precisou assumir vários papeis, como tantas outras mães o fazem em todo o planeta.

Eu e o pai nos distanciamos, ficamos alguns anos sem nos ver (quando ele foi morar no Mato Grosso) e graças a um pinguinho de gente chamado João Victor passamos a nos falar e nos ver com frequência. Não houveram brigas, nem revoltas, assim aconteceu. Ponto. E eu escrevo isso sem nenhuma mágoa, sabe? Até porque eu me recuso a tornar a minha realidade um dramalhão mexicano.

Admiro a mãe por tudo que fez por mim, admiro o pai pela coragem que teve ao tentar se encontrar em terras distantes (espírito cigano que, aliás, eu herdei) e admiro os homens que, ao longo desses anos, também não hesitaram em me dar amor, exemplos, e a quem hoje eu chamo de pai.

O post de hoje é dedicado a eles: todos os pais que a vida me deu de presente. Com cada um deles aprendi ou aprendo, todos os dias, como ser alguém melhor. E ao invés de ter crescido choramingando pelos cantos, por ter uma família diferente do que a sociedade chama de tradicional, sempre me senti uma privilegiada.

Obrigada por tudo, pais queridos!

Em ordem: meu avô, meu pai, meu padrinho, meu ex-padrasto, meu tio, meu grande amigo. 

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Essa é a minha vida, esse é o meu clube. Com muito orgulho!

Eu já contei pra vocês que jamais poderia imaginar que, um dia, o meu passatempo favorito fosse também pagar as minhas contas, né?

Se vocês não sabem do que estou falando, cliquem aqui e leiam o texto Sobre mim. Agora, se vocês já estão cansados de saber que eu adorava brincar de jornalista, quando criança, seguimos com este post…

COMO TUDO COMEÇOU

Não sei onde foram parar os outros jornais que me prestei a fazer a partir de 1994, mas achei um perdido por aqui – com as páginas já bem amareladas – e resolvi fotografá-lo para mostrar pra vocês um pouco mais da minha empolgação jornalística precoce.

Pois é, ladies and gentlemans, eu tinha apenas DEZ ANOS de idade quando escrevi e desenhei as ilustrações do chamado Diário Louco.

Eu ficava escondida, munida de bloco e caneta, observando o que acontecia com a minha família. Qualquer coisa, como vocês vão ver em seguida, podia virar notíca! Até a movimentação das casas vizinhas, diga-se, já que eu ficava no terraço e nas janelas do meu apartamento olhando tudo com um binóculo.

Vizinha de edifício se preocupa com a beleza:

Cão de guarda vizinho é menor que lagartixa. Mais mia do que fala:

O coitado do cachorro é o mesmo que eu apelidei de “Miniatura Fatal” na capa do jornal.

O desenho acima, na parte direita, é a minha vó, desesperada com alguma situação que eu não especifiquei no jornal.

Eu já era uma repórter bem ética, viram?

Ah, e tinha até preço (CR$0,90) e editora. Editora Cat. Porque era assim que o pai me chamava.

Já a primeira página do jornal debochava do lado tagarela da mãe.

Luciéty fala, fala, mas na hora do filme só pensa que fala:

Para a minha madrinha, sobraram as notícias relacionadas ao almoço que ela fazia em algum dia de 1994…

Luciane dá palmada na bunda da pia. Luciane só sabe sacrificar o coitado do arroz:

Podemos chamar de jornalismo sensacionalista?

Luciara malcriada não obedece sua mãe. Luciara só sabe chamar seus parentes de bichos:

Acho que coloquei lenha na fogueira com essas manchetes, não? Desculpa, prima! Tudo pelo jornalismo.

Não vou publicar todas as páginas aqui, mas, como todo jornal que se preze, preciso mostrar pra vocês que a propaganda também estava lá presente:

Bom, quem não me conhece pessoalmente, talvez não faça ideia do quanto eu sou grata por tudo o que o jornalismo já me proporcionou. Sério! Grande parte do que sou,  tenho, conheci e aprendi, devo ao meu trabalho. E sinto-me, de coração, uma pessoa muito feliz por esta vocação que Deus me deu.

Sei que não acontece com todo mundo, que algumas pessoas demoram anos até encontrar algo que as complete, realize… e, também por isso, dou ainda mais valor a tudo que construí. Daqui a pouquinho completo seis anos de formada e não posso deixar de registrar aqui as minhas realizações – que começaram quando eu era tão pequena.

Obrigada também a vocês, leitoras e leitores assíduos deste blog, por toda a torcida e os pensamentos positivos que me enviam desde que eu era apenas uma estudante de jornalismo, cheia de sonhos e objetivos. Tomara que vocês estejam tão felizes quanto eu!

Calma, calma, não me entendam mal.

O que eu vou contar hoje é apenas mais um post da série “coisas que só acontecem comigo”. Alguém lembra do último texto dessa série que escrevi? Quando o meu piercing ficou emperrado no balcão do aeroporto de Belo Horizonte?

Pois então…

… SENTA QUE LÁ VEM (OUTRA) HISTÓRIA

Quem lê o meu Twitter com frequência sabe que toda semana eu e um grupo de amigos costumamos ir à chácara da Larissa – amiga e colega da EPTV.

O local nem é assim tãão longe da cidade, mas é preciso pegar a estrada e ficar de olho nas placas. No início, pra não ter erro, seguíamos a Lari. Já na hora de voltar, vários carros me seguiam (ou seja, seguiam as indicações do meu GPS).

Com o passar do tempo paramos de usar o GPS. O caminho, como era de se esperar, tornou-se bem conhecido pra nós. Ou ao menos era isso o que eu pensava.

Há pouco mais de um mês, estávamos eu, meu namorado, e a amiga X voltando da chácara. Como eles dois tinham bebido, assumi a direção, confiante e tranquila como das últimas vezes. Aí é que estava o problema: tão confiante e tão tranquila que nem estranhei quando entrei no retorno errado.

Fomos parar na cidade de Jardinópolis.

Crente de que logo haveria um retorno ou algum caminho pra Ribeirão, segui em frente até onde pude. Depois de alguns minutos dirigindo em vão, precisei dar o braço a torcer. Eu e a amiga X dávamos risada da situação, mas o Badia começava a perder a paciência. Pior: sabe lei de murphy? Era a primeira vez que ele ia pra chácara com a gente! E a última coisa que eu queria, do alto do meu orgulho de motorista com um grande senso de direção, era me perder.

Mas me perder, nessas alturas do campeonato, era o de menos.

Voltamos para a estrada e, em mais uma prova de que murphy é meu amigo, o GPS (agora ligadíssimo, claro) resolveu nos mandar para o lado oposto de casa. Andamos, se não me engano, uns 19 quilômetros para o lado errado. E como essas estradas de São Paulo – ao menos aos meus olhos – são todas meio parecidas, eu e a amiga X demoramos para ter certeza de onde estávamos.

Foi depois de muuita estrada que aconteceu a parte bizarra da noite: começamos a ser perseguidos pela polícia.

Meu primeiro instinto foi acelerar. E mesmo com os documentos em dia e sem nada de álcool no sangue, meu coração também acelerou.

Pra ser sincera, não acreditava que era mesmo a polícia. Luzes e sirene? Não me dizem nada. Ainda mais em uma estrada superescura e superabandonada: eu tinha certeza que eram bandidos se fazendo passar pela polícia! Será que tenho visto Law & Order demais?

Graças a Deus o meu namorado estava no carro, diga-se. Foi ele que me fez parar o carro e evitou, quem sabe, um problema maior pra todos nós. Em seguida fomos intimados a descer do veículo (pelo megafone!!), em plena madrugada, como três bandidos.

Mais tarde os PMs confessaram: eles suspeitaram que éramos ladrões de caminhão!

No fim das contas, os três policiais ouviram a nossa história, surpreenderam-se com o fato de estarmos tão longe de Ribeirão, me reconheceram do jornal e foram muitíssimo queridos nos orientando na volta pra casa.

Sério, a cena foi tão, mas tão de filme, que depois morríamos de rir ao contar pra todo mundo e lembrar do que passamos. E olha que teve ainda um detalhe pertinente e engraçado que não contei!

Aconteceu no momento em que nos pediram para descer do carro:

- Levanta a camisa!, gritou um policial no megafone, distante alguns metros de nós.

- Só o rapaz!!!!, completou o mesmo policial, depois de perceber que a amiga X já começava a levantar a blusa.

DE PASSAGEM?

16/07/2011

Eu era bem novinha quando escrevi, pela primeira vez, que queria ir embora de Pelotas. Aliás, muito mais do que querer, eu simplesmente afirmava que um dia iria. Com o passar dos anos essa certeza seguiu me acompanhando. E era ela, por exemplo, que me consolava todas as vezes que eu me sentia chateada com algum pequeno grande drama adolescente.

- Um dia vou embora daqui, vou ter a minha vida, trabalhar muito e ser independente, pensava.

Nunca me senti, de fato, em casa. Sabia que estava de passagem.  E não é nada específico contra Pelotas, nada disso. Lá estavam todos os meus amigos e a minha família, afinal de contas. Mas era como se eu sentisse que a cidade onde eu nasci, vejam só, não fosse o lugar ideal para eu criar raízes.

Como se eu soubesse que o meu destino me esperava num lugar distante.

A minha formatura chegou, no final de 2005, e com ela a tão sonhada mudança para Porto Alegre. A cidade me acolheu maravilhosamente bem. Cresci, trabalhei, amadureci. Fiz grandes amigos. Aprendi a me virar e a enfrentar os problemas de verdade. Mas também não criei raízes. Fiquei três anos na capital rio-grandense sabendo que um dia iria embora. Não sei explicar, também era uma sensação mais forte do que eu possa agora descrever.  E lá estava eu, mais uma vez, de passagem…

No fim de 2009 a concretização de um projeto de vida me levou, de mala e cuia, para São Paulo.

- Enfim cheguei ao meu destino, pensava conscientemente.

E por que fiz questão de acrescentar conscientemente na frase que escrevi aí em cima? Porque, ironicamente ou não, hoje vejo que minha inconsciência (ou sei lá de que forma eu posso chamar isso) sabia que ainda não era a hora de criar raízes.

Para se ter uma ideia, certa vez, ao justificar os motivos que me fizeram não ter pendurado nenhum dos meus quadros e enfeites nas paredes, cheguei a dizer para a amiga E:  

- Tenho a estranha sensação de que vou embora logo, logo, deste apartamento.

E a profecia, adivinhem? Confirmou-se.

Um ano e um mês depois, lá estava eu fazendo mais uma mudança. Cheguei em Ribeirão Preto em outubro do ano passado, como alguns de vocês já sabem. Mas aqui eu me sinto tão em casa que parece que faz muito mais tempo que me mudei.

Sigo, claro, crescendo, aprendendo, amadurecendo. Estou feliz. E realizada pessoal e profissionalmente de uma maneira que mal sei explicar…

Talvez eu finalmente tenha começado a criar raízes, né?

Para ser sincera, não sei.

O que eu sei é que já pendurei todos os meus quadros e enfeites nas paredes.

Antes de tudo, vale lembrar: este blog não tem uma linha editorial definida. O post de hoje foi feito especialmente para a mulherada loira!

Há uma verdade absoluta que vocês todas precisam saber: nunca mais na vida – a não ser, lógico, que voltem à cor natural – o cabelo de vocês vai ter aquele brilho e aquele volume que um dia já teve. Cabelos descoloridos são mais secos, mais porosos, mais finos, e ponto.

Maaaas não custa nada tentar minimizar os vários males da química capilar, né? 

Se a sua reação agora foi “nossa, que preguiça!”, bem-vinda ao time! Eu sei que é um paradoxo, já que  sou vaidosa e adoro maquiagens e afins, mas tenho pavor daquela rotina de salão de beleza tão exaltada pela maioria das mulheres. Pra ser sincera, morro de tédio. E esse é um preço bem alto que eu preciso pagar pra, sei lá, não ficar careca.

A PRIMEIRA DESCOLORAÇÃO

Confesso que assim que eu comecei a fazer luzes, em 2008, não dava a mínima para os cuidados que deveria tomar. Seguia comprando qualquer shampoo e todo tipo de produto sem priorizar a qualidade. Tolinha. Meu cabelo começou a ficar nitidamente mais fraco e quebrou em várias partes. Isso foi no fim de 2009. Não façam isso! Se vocês recém começaram a ficar loiras ou aumentaram o tamanho e a quantidade das mechas, não esperem o cabelo ficar ruim para mudarem seus hábitos…

Bom, aí a querida que eu conheci lá em São Paulo, do Mozza Hair, conseguiu diminuir meu pânico. E fez eu aprender que cuidar de verdade dos meus cabelos não poderia ser uma prática eventual. Passei a fazer cauterização uma vez por mês (religiosamente!), máscaras de hidratação em casa, protetores térmicos antes de usar o secador (tudo aquilo que antes eu tinha preguiça) e parei de comprar produtos que prometiam mundos e fundos e não davam resultado nenhum. Falaremos mais profundamente sobre isso daqui a pouco.

O fato é que meu cabelo parou de quebrar e voltou a crescer forte e de maneira uniforme. Só que em outubro do ano passado, quando me mudei pra Ribeirão Preto, a displicência novamente tomou conta de mim. Sabem aquelas pessoas que precisam apenas de uma desculpa para interromper o tipo de coisa que elas não gostam muito de fazer? Pois é. A falta de tempo, a correria para encontrar um apartamento e arrumar as coisas da mudança fizeram com que eu fosse deixando meus cuidados todos de lado. Depois chegaram os plantões e as festas de final de ano, tive aqueles problemas nos rins, quis me dedicar às novidades do trabalho, etc, etc… cada dia eu encontrava uma desculpa. Parei de fazer cauterização, deixei de lado minhas máscaras e detonei meu cabelo de novo.

ANTES E DEPOIS

Como eu sei que vocês adoram um “antes e depois” separei estas duas fotos para fazermos uma comparação.

Nem é preciso olhar com muita atenção para perceber que o cabelo da primeira foto – tirada no início do ano – está fino, seco e frágil, né? Já o cabelo da segunda – tirada em junho –  depois de meses sem displicência, é um cabelo forte e saudável. Agora, traumatizada duas vezes, APRENDI. E nada mais pode servir de desculpa para abandonar meus produtos e tratamentos.

O André, que cuidava do meu cabelo em Porto Alegre, costumava dizer:

- Se não é de uma vez que o cabelo estraga, não vai ser  de uma só vez que a gente vai “consertá-lo”.

Ou seja, não adianta fazer uma super reconstrução capilar com meses de espaçamento. Os novos hábitos são diários e pra vida toda!

SOS HAIR – OS PRODUTOS

Eu já falei aqui no blog sobre a importância de avaliar a questão do custo benefício quando se fala em cosméticos, alguém lembra? E não venham me dizer que tanto faz usar um produto da marca X, de R$5,90, ou um da Kérastase, por exemplo, porque tem diferença sim. Gente, eles são mais caros, é verdade… mas diferente dos produtos que compramos em qualquer farmácia ou supermercado, eles não pedem muita quantidade para fazer espuma e deixar o cabelo bonito. Eles são de uma qualidade superior e têm uma durabilidade incrível!

Já, já, vamos fazer uma continha simples para vocês visualizarem o que eu quero dizer. 

Agora vamos deixar de papo e vamos às compras!

 Thermal Creations Volumizing Mousse da TRESemmé

Não consegui me conter! Esse produto é uma pequena relíquia que a amiga E trouxe do Uruguay pra mim. Na verdade, esse mousse não trata os fios, mas achei que seria interessante indicá-lo aqui. E por quê? Porque, em geral, mulheres loiras têm pouco volume no cabelo… e esse mousse pode ser a solução! Detalhe: produtos que dão volume costumam ter substâncias que ressecam os fios, portanto deixem para usá-los somente em ocasiões especiais.

 Force Vector da L´Oréal Professionnel

Como o próprio nome diz, os produtos da Force Vector têm substâncias fortificantes e antiquebra. Comecei a experimentar essa linha há menos de um mês, indicada pela minha colega de trabalho Murielli, e senti os resultados na primeira semana! O condicionador, particularmente, é maravilhoso! Deixa o cabelo muito mais macio e encorpado.

 Silver Gloss Protect System da L´Oréal Professionnel

Esse shampoo, como vocês já devem suspeitar, também não é de tratamento! Mas já que o post é para as loiras, não podia deixá-lo de fora. Sabem aquela cor amarelada, meio gema de ovo, que o nosso cabelo costuma adquirir depois de algumas lavagens? Pois é! Além do truque que eu já ensinei aqui (da Violeta Genciana, para ler é só clicar neste link), o shampoo para cabelos grisalhos previne e/ou suaviza o amarelado. Detalhe: usem no máximo duas vezes por mês! Esse produto também resseca bastante os cabelos.

 Vitamino Color da da L´Oréal Professionnel

Sério, eu sou muito apaixonada por essa linha! Na minha opinião, os produtos mais cheirosos da L’Oreal! E olha que a briga é boa, hein? A L’Oréal tem muita coisa cheirosa… e quem não gosta de ficar com um cheirinho bom nos cabelos, né? Eu amo. Além disso, esse shampoo fixa a cor e hidrata os fios. Com o uso contínuo vai trazendo de volta aquele brilho perdido.

     Kérastase Résistance Bain de Force

Sou muito suspeita pra falar da Kérastase. Já experimentei várias linhas e amo todas, sem exceção! Neste post vou falar especificamente da linha Bain de Force porque ela é muito perfeita pra quem tem cabelos fracos e quebradiços. O resultado é instantâneo, deixa o cabelo muito forte! Tão forte que os profissionais não recomendam que se use todos os dias. Nesse caso, em especial, quero destacar a máscara – que também deixa um cheirinho sensacional nos fios – e o protetor térmico (foto 10) – que eu uso dia sim, dia não, antes de secar os cabelos. Não é oleoso, não deixa os fios grudados e protege muito!

 Máscara Capilar da Color System

Essa máscara foi recomendada pela Flamina, do Jacques Janine, que cuida do meu cabelo aqui em Ribeirão. Confesso que eu não conhecia essa marca! Mas tenho usado uma vez a cada 15 dias e tenho gostado bastante. Além do cheirinho de açaí (já deu pra perceber que eu amo cheiros, né?), ela hidrata e prolonga a cor dos fios. Acho que só tem pra vender em salões de beleza!

  Kérastase Reflection Chroma Riche

Esse produto foi um achado na minha vida! Com uma gotinha espalhada nas duas mãos (uso dia sim, dia não, intercalando com o protetor Bain de Force), consigo tudo que eu quero! Se usar com o meu cabelo seco, além de tratar, tira o frizz e dá uma bela de uma iluminada. Se usar com o meu cabelo úmido, deixa a escova muito mais bonita. Ele foi feito especialmente para cabelos frágeis como os nossos!

 Bonacure Hairtherapy Time Restore da Schwarzkopf Professional

Já falei aqui que eu amo a Schwarzkopf, né? Até mostrei um produto maravilhoso que eu trouxe de Toronto em 2009! E essa linha amarela clara é especial pra quem tem o cabelo sem vida. Se identificou? Também tem shampoos, máscaras e condicionadores (assim como todas as linhas que mostrei aqui, diga-se). Essa “ampola”, especificamente, é pra usar no cabelo seco e de uma só vez. Pra dar um choque de vitalidade, sabe? Pode colocar até um pouquinho na raíz que não deixa oleoso! Ah, e homem também pode usar!

 Nature Source de Richesse da L´Oréal Professionnel

Essa linha Nature também é maravilhosa! E diminui muito o ressecamento dos cabelos.  Aliás, é feita especialmente para cabelos secos. Além disso, todos ingredientes são naturais, com antioxidantes e substâncias que combatem o envelhecimento dos fios. As embalagens são todas recicláveis e o perfume 100% natural.

Agora, pra encerrar, vamos aos…

TRUQUES DE OURO

1) Usem pouco produto! Sabem aquela velha mania de encher a mão com shampoo? Esqueçam! O equivalente ao tamanho de uma moedinha de dez centavos está mais do que bom! E a mesma coisa deve se fazer quando o assunto são os cremes condicionadores. Não é a quantidade de produto que vai deixar os cabelos mais saudáveis. No caso dos shampoos, por incrível que pareça, só esta porção já é suficiente pra fazer bastante espuma:

Claro, as máscaras capilares pedem um pouquinho mais… mas só um tantinho mais do que isso, sério! O abuso deixa o cabelo oleoso, grosso e emplastado. Pior: aquela história de custo benefício que eu expliquei não vai ter sentido nenhum. Aliás, eu falei que íamos fazer uma continha, né? Então vamos lá!

O exemplo que eu vou dar pra vocês é o Chroma Riche, da Kérastase. Ele custou R$ 113,00. Caro? Caro. Mas pensem comigo! Eu o comprei há exatamente sete meses. Sete meses. Agora olhem aqui na foto: ainda tem mais da metade do produto. E eu uso quase todos os dias! Significa que ele vai durar pelo menos mais uns nove meses, né? Então é como se eu tivesse pago cerca de R$ 7 reais por mês. Barato? Barato. Comprovei o tal do custo benefício?

E isso acontece com todos os meus produtos “caros”. Eles não duram menos de seis meses, diferentemente de produtos de qualidade inferior que acabam em dois meses ou, no caso das maquiagens, quebram na primeira vez que caem no chão. Ahh, aquele produtinho que eu citei lá em cima, que eu trouxe de Toronto, também é um belo de um exemplo… recém agora, DOIS ANOS depois, ele está terminando. E o bom é que a data de validade, em geral, é três anos. Comprovei a tal da durabilidade?

2) Não desperdicem shampoo! A primeira lavagem (imagino que vocês também tenham o hábito de lavar duas vezes, por banho, o cabelo, né?) é apenas para tirar a sujeira e os resíduos de poluição dos fios. Ou seja, a primeira lavagem não trata, só lava mesmo o cabelo! Então continue comprando um tipo de shampoo ruinzinho pra essa primeira lavagem. Na segunda, depois de enxaguar bem, aí sim vocês vão usar os produtos bons! Uma moeda de dez centavos, não esqueçam.

3) Ah, mas como eu vou usar só uma moeda de dez centavos em todo o comprimento dos fios na hora de aplicar o condicionador? Essa é a pergunta que muitas amigas me fazem. O terceiro truque básico é o seguinte… depois de fazer a segunda aplicação/enxague de shampoo, peguem uma toalha (costumo deixar sempre pendurada na porta do box) e tirem todo o excesso de água dos cabelos. Secou bem? Ficou úmido e sem nenhuma gotinha de água? Agora sim é o momento de aplicar o condicionador. O produto vai ser absorvido com muito mais eficiência! Aí é só prender o cabelo no topo da cabeça por um ou dois minutos e enxaguar bem. O mesmo deve ser feito com a máscara! O tempo vai depender de uma pra outra…

4) Usem um bom secador. Sei que parece besteira, mas não é. Antes eu comprava aqueles secadores pequenos e simples, da 25 de março e similares… o problema é que o cabelo queima e estraga demais!  Sério, eu demorei muito a me render a esse truque. As minhas amigas (Ellen e Alice) já usavam um secador bom e eu achava bobagem, achava caro pagar R$ 300,00 num e fiquei sempre protelando a compra. Mas agora uso direto! E vocês não fazem ideia a diferença que faz no cabelo! Parece saído do salão. Comprei o Fox Íon 2000W – aqui em Ribeirão encontrei por R$ 199,00.  Nas lojas virtuais os preços variam bastante, pelo que pesquisei.

5) Tenham bons profissionais! Procurem indicações! Encontrem pessoas de confiança!

Minhas indicações:

EM PORTO ALEGRE

André - Spot Hair Studio, na Cidade Baixa.

(51) 3779-6556

EM SÃO PAULO

Conceição – Mozza Hair Fashion, nos Jardins.

(11) 3887-1212

EM RIBEIRÃO PRETO 

Flamina – Jacques Janine, no Jardim Sumaré.

(16) 3617-0808

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Boa sorte, paciência e muita disciplina, loiríssimas deste Brasil!

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